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Em uma nova pesquisa, o medicamento chamado hidroxicloroquina foi considerado indiferente para casos de contágio do novo coronavírus. A droga não chegou a curar os doentes da covid-19, nem mostrou nenhum benefício adicional no tratamento.

Assim como aconteceu no estudo realizado na França que indicou a eficácia da hidroxicloroquina para pessoas com covid-19, a amostragem do estudo foi baixa. Ou seja, o número de participantes foi pequeno. Isso limita as aplicações das conclusões do estudo em ampla escala, apesar de ser algum avanço em termos de pesquisa.

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Foram avaliadas de 30 pessoas, separadas em dois grupos. Um deles recebeu o tratamento convencional adotado em hospitais para combater síndromes respiratórias agudas graves, enquanto o outro recebeu o mesmo tratamento e mais 400 mg de hidroxicloroquina por cinco dias.

Nos dois grupos, a evolução do quadro clínico foi similar. No período de uma semana, 14 pessoas do grupo de controle e 13 do grupo que tomou a hidroxicloroquina se recuperaram da doença. O estudo foi publicado no periódico científico Journal of Zhejiang University.

Apesar da euforia com relação ao medicamento de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, e Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, a hidroxocloroquina, usada contra malária, lúpus e artrite, assim como a variante cloroquina não são consideradas como seguras pela Organização Mundial da Saúde para o tratamento da covid-19. Vale notar que o medicamento não é considerado como uma prevenção ao contágio do vírus. Por ora, hospitais fazem uso experimental das drogas, inclusive no Brasil, mas ainda não há evidências que mostrem a eficácia delas no combate ao novo coronavírus.

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