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Estamos vivendo uma época de muita reflexão. Ou, pelo menos, a oportunidade para isso está jogada no mundo para quem quiser aproveitar. Uma fase de medos, preocupações e, também, a chance para tirarmos o melhor dos “tempos sombrios” que envolvem toda a psicosfera planetária.

O novo coronavírus veio para mexer com nossa acomodação e, como bem sabemos, sair do lugar conhecido causa dor, muita dor. Haverá grandes perdas pessoais, aliás elas já estão acontecendo no mundo todo. Mas como estamos nos posicionando em relação a isso? Qual tem sido nosso olhar e a nossa postura para tudo isso?

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Há pouco tempo, vi uma foto na internet que dizia que temos 5 casas para cuidar. Infelizmente não poderei dar crédito, porque gravei em minha mente somente as casas citadas.

Pessoa alimentando um pássaro, que repousa em sua mão
Unsplash/Bonnie Kittle

A primeira delas é o planeta. Só aqui temos inúmeras reflexões para fazer. O planeta que nos recebe de braços abertos, oferecendo ar, água, alimento, a beleza e riqueza de florestas, rios e mares. Porém, cuidamos desse planeta com amor e respeito? O que ofertamos em resposta a todos esses presentes?

Tenho visto movimentos de proteção ambiental e animal. Ao mesmo tempo, vejo tanta sujeira deixada nas ruas, estradas e praias. Lixo produzido pelo ser humano que tanto cobra dos outros, sem olhar para si mesmo e suas ações. Percebo a facilidade que existe em criticar e julgar atitudes alheias sem usar o princípio da empatia, que é se colocar em sentimento no lugar do outro. Uma pergunta simples e que pode fazer toda a diferença: o que eu faria se estivesse no lugar dele?

A segunda casa é o nosso corpo. Hoje em dia, há um culto ao corpo belo e perfeito, assim como à comida mais natural. É claro que isso é importante, mas muitas vezes nos perdemos no caminho entre o saudável e o prazer. A oferta do gostoso, porém maléfico ao corpo, é muito grande. Vivemos correndo de um lado para o outro, buscando uma refeição mais prática e rápida e abandonamos a meta do corpo perfeito. Talvez seja hora de repensar e buscar o equilíbrio entre o saudável e o possível e lembrar que o perfeito pode trazer muita frustração quando não é alcançado. E será que estamos prontos para lidar com a frustração?

A terceira casa é o nosso lar. Ah, o que poderia ser mais importante? É no lar que firmamos os vínculos de amor e respeito ao próximo, é onde aprendemos a educar os sentimentos, formando nosso caráter. É onde nos sentimos seguros, é nesse ambiente que podemos sentar, conversar, aprender sobre a história da família e suas tradições. Mas, se vivemos correndo para atender as necessidades financeiras, será que nos perdemos do sentido original de lar?

Mulher sentada na cozinha de sua casa, tomando uma xícara de chá.
Unsplash/Tina Dawson

Eis que chega um vírus minúsculo e nos faz repensar todo esse sistema. Nos coloca frente aos familiares para conversar, fazer as refeições juntos novamente, rir e chorar, porque isso é parte da vida. E nos faz pensar o quanto estamos realmente valorizando essa riqueza. Isso porque estamos vendo tudo parar e o mundo continuar. Será que somos insubstituíveis para o mundo?

A quarta casa é nossa mente. É ela quem comanda tudo. Podemos passar por crises, adversidades, frustrações assim como por momentos alegres e tristes, mas, se a mente não estiver saudável, todo o resto poderá ruir. Como estamos cuidando dessa casa? Quais pensamentos alimentamos? Os que nos dão serenidade ou aqueles que tiram nossa paz? A escolha é nossa, está em nossas mãos. Às vezes, não conseguimos sozinhos e é lícito pedir ajuda a um profissional da área. Autoconhecimento é dever de todos para o mundo evoluir.

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A última, mas não menos importante, é a nossa alma. Entendo por alma o ser completo, a essência. Segundo informação da Wikipédia: “Alma deriva do latim animu (ou anima), que significa “o que anima”. Conforme o site dicionário informal: alma “é a parte espiritual e imortal de um ser”. Portanto, quando cuidamos das quatro casas mencionadas, cuidamos automaticamente da alma, nossa quinta casa. Isso nos dá serenidade, paz, respeito a nós mesmos e ao próximo. Isso nos faz entender muito claramente que tudo está conectado e que ser uma individualidade, não significa viver sozinho. O mundo é uma grande trama, onde tudo tem um sentido e um propósito. Desejo de coração que cada um de nós possa refletir sobre tudo que estamos vivendo e como estamos cuidando e respeitando cada uma dessas casas.

Que tal cuidarmos de nossas casas ouvindo essas crianças cantando “Heal the World”? Permita-se sentir…

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