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Entre o mês de maio e a primeira semana de junho, o cometa Swan estará visível a olho nu de diversas partes da Terra. O cometa, que já pode ser visto do Hemisfério Sul, foi descoberto em abril deste ano.

Seu brilho intenso permite com que seja visto mesmo sem o uso de um telescópio. Ainda assim, quem primeiro avistou o cometa foi um instrumento de detecção, chamado Solar Wind Anisotropies (SWAN) — de onde veio seu nome. O instrumento faz parte do satélite de observação solar SOHO, que é operado pela Nasa e pela Agência Espacial Europeia.

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Segundo Michael Mattiazzo, astrônomo responsável pela descoberta, o cometa pode ser visto com mais facilidade próximo ao nascer do Sol.  O cometa, cujo nome oficial é C / 2020 F8, está liberando grandes quantidades de água.

A junção de hidrôgenio e oxigênio da água permite com que o cometa seja visto por seres humanos e por instrumentos. Com isso, também é possível mapear o vento solar que flui no espaço. A representação gráfica abaixo mostra uma das aparições do cometa.

<span class="hidden">–</span>NASA/Reprodução

O Swan é o 3.932º cometa descoberto pelo satélite SOHO. É, também, o 12º cometa descoberto com o uso do instrumento SWAN desde 1995, ano de seu lançamento. 

De acordo com a Nasa, a próxima aproximação do cometa ao Sol acontecerá no dia 27 de maio. Ainda que seja difícil prever o comportamento dos cometas quando se aproximam do Sol, os cientistas acreditam que o cometa permanecerá brilhante e visível em toda a sua jornada.



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