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“Saturno é o último planeta a ser visto a olhos nus”. Essa informação possui veracidade. Sempre se soube e sempre se estudou as características e o movimento dos astros no campo da Astrologia.

Por muitos séculos, a leitura de mapas astrológicos era realizada apenas utilizando sete (7) corpos celestes, entre eles podemos citar Sol, Lua, Mercúrio, Marte, Vênus, Júpiter e Saturno. Grandes estudiosos, que também eram matemáticos, astrônomos/astrólogos, ao longo da história da humanidade, por meio de cálculos e muita pesquisa, chegaram à conclusão de que existiam planetas para além de Saturno e que esses astros poderiam ser utilizados na interpretação de cartas astrológicas. No entanto faltava tecnologia para analisar com precisão as características desses supostos planetas.

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De forma a enriquecer a interpretação dos mapas astrológicos, os astrólogos que também eram astrônomos usavam o simbolismo de corpos celestes na leitura astrológica, a exemplo de estrelas fixas e outros.

Ilustração de Sistema Solar
Ilustração por Caseyillustrates via Dribbble

Nos últimos dois séculos, com o surgimento dos planetas Urano, Netuno e Plutão, também conhecidos como geracionais ou transpessoais, muita coisa mudou na área da astrologia. Além desses planetas, asteroides passaram a ser utilizados nas leituras de mapas astrológicos, engrandecendo as interpretações.

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A cada astrólogo cabe o critério de utilizar as técnicas e os conceitos com os quais tenha maior sintonia e que, principalmente, respondam da melhor forma às questões trazidas pelos consulentes.

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