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Criado em 1958, o Fiat 500 Spiaggina logo virou sinônimo da “dolce vita”. Podia ser Aristóteles Onassis ou Grace Kelly. Qualquer milionário que desembarcava naquela época de uma iate na Riviera italiana subia em seguida num carro do tipo.

Também conhecido como “Jolly” ou “the little beach”, o acanhado automóvel sem teto e com uma direção que parece que vai soltar a qualquer instante voltou às ruas rejuvenescido. A oficina de customização Garage Italia, sediada em Milão, lançou uma versão do Spiaggina com motor elétrico e painel digital.

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Como funciona: a companhia remove o teto e as portas de um Fiat 500 normal e instala assentos de corda feitos à mão e pneus da linha vintage da Michelin. Lançado para o verão europeu, o modelo pode ser alugado pela Hertz, por € 300 a diária, em cidades como Roma, Florença, Nápoles e Milão, ou arrematado por cerca de € 50 mil, sob encomenda.

A Garage Italia pertence a Lapo Elkann. Um dos herdeiros da Fiat, é alguém que compreende o significado da expressão “la dolce vita” como poucos. garage-italia.com

Fiat 500 Spiaggina: repaginado, com motor elétricoDivulgação



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